Primeiro aquecemos:
Entrámos na banheira já a água estava quente. O vapor ia preenchendo as paredes e os azuleijos, os espelhos da casa de banho à medida que saía pelos nossos corpos. Não sei bem se o vapor era da água ou se era de nós que estávamos quentes e famintos. Logo senti as suas mãos envolverem a minha cintura, puxarem-me o corpo para perto do dele, e num fechar de olhos os lábios colaram-se e as línguas invadiram as bocas um do outro. Eu tinha o chuveiro na mão e ia molhando o corpo, tanto o meu como o dele. Ficámos minutos eternos naquela troca de beijos e saliva e água e vapor. Molhados, quentes e escorregadios, roçávamos o corpo um no outro dançando para lá e para cá, lambendo aqui e ali, mordendo aqui e acolá.
Passámos à espuma. Enquanto punha o champô, ele olhava para mim. Não para a minha cara mas para sabe-se lá onde que mexia enquanto eu esfregava a cabeça ;) "Estás a olhar p'ra onde?" Riu-se e não desviou o olhar. Agarrei no frasco do gel de banho e pus uma pequena quantidade na palma da mão e dei-lhe o frasco. Surpreendeu-se quando as minhas mãos rapidamente começaram a deslizar pelo seu corpo, espalhando o gel em cada pedaço de si. Fez o mesmo, mas primeiro deixou escorrer o gel por entre as minhas mamas. trocámos olhares cúmplices e sorrimos. Esfregámos, deslizámos, escorregámos e caímos de boca um no outro.
Não sei quando tempo ficámos naquilo. Só sei que comemos espuma e gel de banho mas nem nos importámos. No meio de tudo aquilo sentia aquele caralho já bem tesinho encostado a mim e a tentar enfiar-se no meio das minhas pernas. Ainda tentei oferecer resistência mas o "piso" estava tão escorregadio que foi em vão. Misturaram-se água, espuma, gel, saliva, corpos e fluídos que brotavam de nós totalmente descontrolados.
Eu sentia-me escorrer. Ele a escorrer estava e, por isso deslizávamos tão bem um no outro. As suas mãos apertavam-me as mamas, ou melhor, tentavam porque os nossos corpos pareciam manteiga. Os meus mamilos estavam duros, tão duros que o mais pequeno toque me fazia tremer, fraquejar e soltar um gemido entre dentes.
Depois passámos a água. Tirámos a espuma e deixámos escorrer.
Querem dar uma pista para o que aconteceu a seguir? :)
Este fim de semana apanhei o comboio e...

...estreei as minhas meias de liga.
Querem a história?
* * *
Assim:

Mas tem de ser à bruta. Selvagem. Gostoso. Tem de haver dedos a apertarem-me os mamilos e mãos a baterem-me no cu e a puxarem-me o cabelo. Tem de haver tudo isto e mais: tenho de sentir o entra e sai do teu caralho tesudo, o bater dos teus colhões, tenho de sentir a cabecinha a latejar dentro de mim. Tem de haver palavrões e ordinarices, tens de me chamar de puta e de cabra gostosa. Tenho de me sentir imune, incapaz de controlar o que quer que seja. Tens de mandar em mim, de me apertar as mamas uma contra a outra, de me morder a orelha e de me agarrar pela cintura. Tens de me foder depressa e depois devagarinho. Tens de me fazer vir de quatro. Tens de gozar no meu cu. Ah, e tem de haver meias de liga!

Prazer intenso
Um seguindo o outro
Quase os dois ao mesmo tempo.
Completam-se,
Encaixam-se
Excitantes e relaxantes.
Prazeres que não abdico:
O sexo e o cigarro.
Dois em um
Ainda está calor.
Não posso impedir o meu corpo de ficar quente, fervoroso e inquieto.
Ainda por cima, nesta altura fico sempre com estes desejos de carnes secretas, esta fome angustiante e esta sede que só se mata com...

Leite
Comprei-as
E agora quando é que me dás uma oportunidade para as usar?

Deste mesmo jeito,
Desta mesma maneira.